segunda-feira, abril 27, 2009

Nada ninguem alguem
amarei mais com o baço
minha proximidade com a bile
arrefaz minha vida em paixão linda mundana
de guerra e paz
eu me tranformando num amor de aguas
que me fogem como um sonho de fogo longe
e assim morre um anjo se debatendo em suas asas abertas e fechadas
ele se afogou em sua asa apressada de um novo voa sob as aguas escaldantes de um vento congelante de terra distante tua
meu corpo embaçado e embasbacado da proximidade longenva do possivel do teu
meu não amor por você morreu numa invenção quase sozinha
de um amor que se queria
tetra inventando: do nada, do desconhecido do seu corpo de cigano que me foge dançando e cantando

4 comentários:

Thiara Pagani disse...

Bom blog! Bons versos.

Magaldi disse...

eu me tranformando num amor de aguas
que me fogem como um sonho de fogo longe


mas as águas são fugidias mesmo, não param quietas. sei porque estes versos já foram meus..

Magaldi disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
raphael disse...

muito bom!